1 2 3 4

As 12 perguntas mais frequentes numa entrevista de emprego

As 12 perguntas mais frequentes
numa entrevista de emprego


Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar? Nós daremos uma ajuda para saber o que responder. Leia com atenção, treine e boa sorte!

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.
2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.
3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.
10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários. Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.
11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
12. Até hoje, quais foram as experiências
profissionais que lhe deram maior satisfação?

Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.
Ler Mais

Dicas para elaborar um currículo

Dicas para elaborar um currículo

Saber elaborar um currículo é muito importante, pois o avaliador tem de ser atraído e motivado por ele, pois uma apresentação bem feita é o primeiro passo para uma entrevista pessoal.

Não existe uma fórmula para se elaborar um currículo ideal, mesmo porque depende muito também do cargo e função pretendidos, mas você pode deixá-lo atraente e objetivo seguindo as seguintes recomendações:
1 - Para melhor visualização das informações, é recomendável que o seu currículo sejam apresentados por tópicos, logicamente ordenados e, onde houver datas, em ordem cronológica inversa.
2 - Resuma as suas qualificações e experiência profissional, com destaque na área em que se pretende trabalhar ou se promover. Contar a sua vida inteira é um erro lastimável. O tamanho ideal é de, no máximo, 2 (duas) páginas.
3 - Use uma formatação básica, porém elegante, com fontes simples e facilmente legíveis como, por exemplo, Arial, Times New Roman, Tahoma ou Verdana. Realce com negrito ou sublinhado somente títulos ou informações que mereçam destaque. Inclua uma foto somente por exigência do anúncio ou da empresa e, se for o caso, use o tamanho 3×4, a menos que você esteja montando um book.
CONTEÚDO
Não deixe de mencionar, ordenadamente, todos os seus dados para CONTATO. De que vale o ouro sem o mapa da mina? De que adianta ter seu currículo selecionado se o avaliador não puder facilmente encontrá-lo(a)?

No tópico DADOS PESSOAIS, restrinja-os à nacionalidade, ao estado civil e à idade. Em alguns países, este último é dispensável. Números de documentos pessoais como RG, CPF etc. serão solicitados em outro momento, não os inclua.

Não faça rodeios, no tópico OBJETIVO, seja objetivo. Aqui o avaliador verificará seu o currículo é compatível com a vaga ou promoção oferecida. Apesar do profissional multifuncional ser bastante apreciado no mercado, deixe para demonstrar essa aptidão em outro tópico.

A sua FORMAÇÃO ACADÊMICA, seja ela qual for, deve ser mencionada, dispondo as informações na seguinte ordem: curso; instituição; e ano de conclusão.
Além da sua formação, o que atrai em um currículo são as suas QUALIFICAÇÕES, principalmente se elas foram necessárias ao cargo e enfatizarem os seus pontos fortes.

No tópico EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, relacione a denominação completa da(s) empresa(s) em que trabalhou, sempre em maiúsculas, incluindo onde sua localização e o período trabalhado em cada uma delas. Omitir o período trabalhado pode ser negativo por sugerir ao avaliador que você não conseguiu permanecer em cada empresa por tempo razoável. Em sub-tópico devem ser relacionadas os cargos ocupados e, principalmente, suas ATRIBUIÇÕES.

Caso você tenha participado de cursos, oficinas, congressos, seminários e eventos que proporcionem a sua ESPECIALIZAÇÃO, inclua essas informações apresentando o nome do curso, o nome e localização da instituição e o ano/mês de conclusão.
Mentir, de modo geral, mas notavelmente sobre os níveis de conhecimentos de IDIOMAS e INFORMÁTICA é igualmente lastimável. Poupo-se do vexame nas dinâmicas ou entrevistas.

NUNCA esqueça de datar e assinar o seu currículo.

Seu currículo é o seu cartão e marketing pessoal. Cuide bem dele.
O avaliador leva, em média, menos de um minuto para selecionar ou, sem hesitar, descartar o seu currículo.
Ler Mais

As atividades mais comuns nas dinâmicas de grupo

As atividades mais
comuns nas dinâmicas de grupo


Dinâmica de grupo é uma das inúmeras formas utilizadas pelos selecionadores para detectar competências pessoais nos candidatos a emprego.

É como um jogo: a partir de uma atividade proposta,
são estabelecidos objetivos e regras, cabendo a cada participante utilizar suas habilidades pessoais para chegar ao objetivo. Nesse caso, a oportunidade de emprego.
A preocupação dos selecionadores em saber mais sobre as competências pessoais dos candidatos é consequência das várias mudanças ocorridas nos últimos anos dentro das empresas. Antigamente, os cargos seguiam uma hierarquia rígida e as pessoas eram contratadas de acordo com sua formação profissional e cursos extracurriculares. Hoje, a necessidade de trabalhar em equipe e a horizontalização das estruturas exigem competências pessoais específicas.
A quantidade e os tipos de atividades aplicadas nas dinâmicas de grupo dependem do objetivo e do tipo de cargo que está sendo preenchido. Entretanto, há algumas delas que costumam fazer parte de qualquer processo seletivo. Para você saber um pouco mais sobre o que vai encontrar pela frente, o Empregos.com.br, com a colaboração de John Cymbaum, consultor da Carrer Center, e de Luiz Scistowski, psicólogo e consultor de treinamento, preparou uma lista das atividades mais comuns nas dinâmicas de grupo:
CHEGADA:
Se você pensa que a dinâmica começa quando você entra numa sala e recebe um crachá, está muito enganado. Ela começa na sala de espera. Algumas empresas utilizam essa atividade para saber como é o candidato antes mesmo dele iniciar essa etapa do processo seletivo. A secretária que lhe recepciona pode ser na verdade uma psicóloga. O selecionador atrasa alguns minutos, enquanto ela se encarrega de observar sua reação diante do imprevisto. Pessoas que olham constantemente no relógio ou que reclamam em voz alta demonstram impaciência e falta de jogo do cintura.
O que é analisado: paciência, flexibilidade e capacidade de lidar com o imprevisto

Dica: Por mais que você esteja nervoso com o atraso do selecionador, evite olhar demais no relógio ou criticar a qualidade da empresa com o companheiro do lado. Dependendo do perfil do cargo, essa atitude pode lhe desclassificar do processo.
APRESENTAÇÃO DOS CANDIDATOS:
Realizada logo no início da dinâmica para "quebrar o gelo" e descontrair os participantes, o selecionador distribui os crachás para os participantes e os divide em duplas para que façam uma entrevista. Na base do improviso ou com o auxílio de um questionário, os participantes se conhecem e depois apresentam o entrevistado para os demais componentes do grupo. Outra maneira de se aplicar essa dinâmica é formando um círculo com os participantes e oferecer uma bola para eles jogarem. O participante que estiver com a bola deve fazer uma frase incompleta e jogar a bola para que alguém a complete. Por exemplo: o candidato com a bola diz: "O que me entristece é..." e passa a bola para outro componente responder.
O que é analisado: interação, expressão e perfil psicológico

Dica: Procure levar à sério a apresentação que você faz do seu parceiro e suas respostas na hora de passar a bola. Independente de ser uma brincadeira, o selecionador está atento à todas as suas atitudes.
AUTO-APRESENTAÇÃO:
Cada participante deve produzir um painel e fazer uma apresentação de si mesmo ao selecionador e aos demais componentes do grupo. É a chamada Técnica Projetiva, na qual o selecionador avalia a habilidade que o participante tem de se projetar por meio de palavras e desenhos. A partir do que foi montado no painel e do jeito como você se expressa, o selecionador consegue obter uma boa visão sobre sua personalidade.
O que é analisado: auto-imagem e autoconhecimento

Dica:
Muitos participantes tendem a apresentar apenas as qualidades ou, se colocam os pontos negativos, fazem questão de encobri-los. Saiba que, independente do que é escrito no painel, o que será avaliado é a sua apresentação, sua forma de promover sua imagem pessoal. Seus defeitos, escritos ou não, certamente serão percebidos pelo selecionador
EXERCÍCIO DE CONSENSO:
Nessa atividade, o selecionador realiza uma pergunta como "Se eu fosse viajar para uma ilha deserta ou para a Lua, o que levaria?" e pede para que todos os participantes dêem suas opiniões sobre os objetos que poderiam ser úteis nessa viagem. Cada candidato coloca seu ponto de vista abertamente enquanto o selecionador se encarrega de analisar a performance de cada um. O objetivo é fazer com que, por meio da discussão, todos os participantes cheguem a um senso comum.
O que é analisado: perfil de liderança, sensatez das idéias expostas para o grupo e abertura para ouvir as opiniões dos demais participantes da discussão.

Dica: Para alcançar o objetivo da atividade, é preciso que algum componente do grupo tenha habilidade para guiar e analisar as opiniões do grupo. Essa pessoa pode ser você.
DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS COMUNS:
Os candidatos são divididos em grupos de mais ou menos três componentes e recebem das mãos do selecionador diversos objetos, que vão desde revistas até utensílios de plástico. O objetivo é fazer com que o grupo, munido também de outros objetos como tesoura e cola, crie uma idéia e a venda para o selecionador.
O que é analisado: colaboração, poder de persuasão, discussão das idéias e as diversas formas de colocá-las em prática.

Dica: Muitas vezes, os participantes não gostam de realizar essa prova, achando que ela serve apenas para testar a habilidade dos profissionais de vendas. Mas a verdade não é bem essa. "No mercado de trabalho estamos sempre vendendo alguma coisa. Sejam idéias, produtos ou até mesmo nossa própria imagem", explica Cymbaum. Se você ainda não tem, é bom começar a desenvolver essa habilidade.
JÚRI SIMULADO:
Os participantes são divididos em dois grupos. Um tem o objetivo de defender uma idéia e o outro de acusá-la. Um tema atual é proposto pelo selecionador e a partir dela as duas turmas defenderão suas idéias, independente de real opinião que cada um possui sobre o tema abordado. Em determinado momento, os papéis são invertidos e quem acusou, passa a defender.
O que é analisado: capacidade de argumentação, defesa de idéias, improviso, convencimento das pessoas e flexibilidade. É possível também avaliar perfil de liderança nesta atividade, desde que o candidato tenha habilidade para acalmar os demais componentes da equipe e controlar as situações de conflito.

Dica: Alguns candidatos acreditam que conquista a vaga de emprego aquele que fala mais alto ou que fala por todo o grupo. Isso não é verdade. O objetivo dessa atividade é saber quem tem habilidade para organizar as idéias, lidar com o imprevisto e convencer o grupo adversário da veracidade de suas opiniões.
ATIVIDADES IRREVERENTES:
São utilizadas dependendo da empresa e do cargo pretendido. Por meio de artifícios, são surtidos efeitos variados nos participantes. Esses artifícios vão desde opinar sobre algum tema segurando um palito de fósforo aceso, até brincadeiras de mímica.
O que é analisado: na atividade do fósforo são avaliados o controle, como o participante lida com pressão e como administra seu tempo. Nas mímicas são avaliados o improviso, criatividade e as formas utilizadas pelo participante para lidar com problemas.

Dica: Concentração é a palavra-chave nessa hora. Não tenha medo de parecer bobo. O objetivo é que você utilize seu corpo para expressar idéias. Lembre-se de que ele também é capaz de falar.
CONCLUSÃO:
As atividades que compõem as dinâmicas de grupo não são imutáveis. Todas elas podem ser moldadas de acordo com o número de participantes e com o objetivo a ser alcançado. Independente disso, procure dar sempre o seu melhor e seja íntegro em suas atitudes. Caso você seja selecionado para a vaga, lembre-se de que todas elas serão cobradas. Não se esqueça de quebrar seus esteriótipos durante a dinâmica. Achar que quem fala mais está propenso a conquistar a vaga ou aquele que se reserva está definitivamente desclassificado não é o caminho. "Cada dinâmica tem o objetivo de detectar determinadas competências num candidato de acordo com o cargo e o perfil da empresa. Uma pessoa que fala alto demais, por exemplo, pode passar a impressão de um profissional que não sabe ouvir o outro. Os mais tímidos, ao contrário do que se pensa, também possuem boas chances", explica John Cymbaum.
Outra dica importante é nunca dissimular comportamentos durante uma dinâmica de grupo. O que é interessante para uma empresa nem sempre é para a outra. O importante é não tentar se adaptar ao cargo que a empresa oferece, mas sim buscar as oportunidades e as empresas compatíveis com o seu perfil.
Ler Mais
 
RH Assessoria ES | by Cypreste ©2010